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Alegria de um
lado, tristeza de outro: em fevereiro de 2001 TEX
completou a fantástica marca de 30 anos de publicação regular no Brasil, exatamente um mês
depois que G.L. Bonelli partiu para as
pradarias celestes de Manitu... (ver artigo Adiós, Amigo!) A revista TEX
chega com todo o gás a 30 anos de publicação regular
no Brasil e a Editora Mythos, atual detentora dos
direitos de publicação, aproveitou a data para matar
saudades: relançou no Almanaque do Tex número 6 (ATX-006 - veja capa ao
lado) a aventura escolhida pela extinta Editora Vecchi
para apresentar o ranger ao público brasileiro no
distante fevereiro de 1971: O Signo da Serpente, aventura
na qual Tex, Kit Willer e Tigre precisam enfrentar a terrível
feiticeira do Colorado (Mahshai) e, de quebra, ainda
precisam descer ao mítico Vale onde habitam dinossauros
e outras criaturas pré-históricas...
Mas
quais são as razões desses 30 anos de publicação
regular? Essa republicação no formato Almanaque é
prova de que Tex sobreviveu no Brasil em publicação
regular por todos esses anos por explorar temas que fogem
do faroeste convencional, que ultrapassam as barreiras do
bang-bang clássico, sem, no entanto, abandonar as
aventuras tradicionais com índios, soldados, saloons,
assaltos a bancos ou diligências... Isso faz de Tex um
quadrinho adulto, maduro, sensato e jovem ao mesmo tempo,
agradando a todas as classes sociais e, principalmente, a
todas as idades.
Podemos assegurar
com certeza que 30 anos de publicação regular para uma
revista como TEX é certamente uma das marcas mais
importantes no processo editorial do gênero quadrinhos
no Brasil, especialmente se levarmos em consideração as
dificuldades econômicas, políticas e sociais pelas
quais o país atravessou - e atravessa - nas três últimas
décadas!
Por
que Tex chega a 30 anos no Brasil?
Leia Mais >> Parte 1/2 - Parte 2/2
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