Parte 1/5 - por Gervásio Santana de
Freitas
Coordenador do Portal
TEXBR
Sapucaia do Sul - RS - Brasil
Falar das
aventuras de Tex é falar das intrigas do velho oeste, de
emboscadas, de calorosas discussões recheadas do que
chamamos "bom bang-bang", é falar de
assassinos profissionais que por um mísero punhado de dólares
punham seus colts a serviço de quem quer que fosse, mas,
sobretudo, falar do mundo de Tex Willer é falar de morte,
implícita e veladamente, ao mesmo tempo.
Sabemos que a morte é um assunto que o
ser humano evita naturalmente e você que está agora
lendo essas linhas, se quiser, pode fechar esta janela ou
mudar de página (voltar para
outros artigos). Mas, se continuar, vai ficar
sabendo de uma estatística texiana da qual muito poucos
texmaníacos têm conhecimento!
Não temos a pretensão de escrever um
longo tratado discorrendo especificamente sobre a morte,
mas apenas catalogar elementos sobre este tema que é de
vital importância no curso das histórias texianas.
Analisando também esse assunto, teremos
condições de melhor entendermos o próprio personagem
Tex Willer, que está inserido num mundo no qual a morte
é companheira inseparável e, ao mesmo tempo, indesejável
em todas as aventuras.
E, para começar, vamos colocar você
literalmente na parede: responda agora, de sopetão:
quantas vidas humanas Tex já precisou tirar desde sua
primeira aventura? E destas, quantas pertenciam a
brancos, a índios, a mexicanos, a chineses ou ainda a
negros? E quanto aos outros pards? Quantas vidas ceifaram?
Você sabe?
Reconhecemos que esse assunto vai gerar
polêmica, caro amigo texmaníaco e garantimos de antemão
que você não soube dar resposta correta às indagações
do parágrafo anterior. Deve ter errado feio. E é
exatamente por isto que escrevemos este artigo, porque
esse é um aspecto das aventuras do ranger que de maneira
alguma podemos deixar passar em "brancas nuvens".
Morte, uma companheira prá lá de
indesejável!
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