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A História
Ambientação
Personagens
Curiosidades
Ficha Técnica
Nessa edição:
Uma história empolgante no qual Mágico Vento precisa invocar e falar
com os espíritos atrás de um suposto morto... Mas o espírito
procurado não se encontra na terra dos espíritos, logo, ou ainda
está vivo ou seus ossos não receberam o devido descanso...
Você sabia?
Essa história de Mágico Vento é a primeira que trata da mitologia indígena.
Para os indígenas da América do Norte, a águia é um mensageiro do grande espírito.
Depoimento:
Se trata de uma ótima história de mágico vento , onde encontramos vários elementos da cultura indígena bem fortes na historia , como o sofrimento da mãe que corta o próprio rosto em busca de conforto na alma, o ritual yuwipi , o respeito pela águia que é considerada sinal do grande espírito . E podemos observar como esse comportamento causa estranheza em Poe que a principio se mostra insatisfeito e assustado com a magia indígena em sua volta, mas com o passar do tempo vai se acostumando com esse modo de vida e ao relacionamento com Mata-a-si-próprio.
Por fim, temos um final polemico que se torna fácil de entender pra quem compreende a cultura indígena, onde Mágico Vento prefere esquecer os crimes cometidos , para manter a paz na tribo.
Eduardo
Leite Alves
Eduardo
Leite Alves mora em São
Paulo, SP, Brasil, é colaborador do Portal TEXBR e escreveu a
resenha para compor esta página em maio de 2003 (Portal TEXBR).
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Sinopse: Mágico vento e Poe, ao retornar a aldeia Sioux, só encontram tristeza e dor em todos os índios, devido ao rapto do pequeno pena cortada e a depressão de
Mata-a-si-próprio, que não conseguiu salvá-lo.

Após a chegada na tribo, Mágico Vento e Poe , se deparam com a dor e tristeza de todos devido ao rapto pouco convencional do pequeno
índio Pena Cortada. Logo ele se reune com Cervo Vermelho, Nariz Chato e Cavalo Branco, que pensam que o espírito de Fala-com-as-águias, irmão de Nariz Chato, é o responsável pelo rapto, pois ele se sentia rejeitado pela sua própria tribo.
Nariz Chato então conta que Fala-com-as-águias, em busca de respeito na tribo, resolveu desafiar em luta o Homem-Lobo,
um ser que vivia em terras malditas e que possui poderes malignos de se transformar
em lobo, e então, de lá nunca mais retornou.
Achando
que o índio estava morto, Mágico Vento decide tentar falar com o espírito de
Fala-com-as-águias através do ritual yuwipi, que significa falar com os espíritos e durante o ritual
ele percebe que o espírito de Fala-com-as-águias não está entre os outros espíritos.
Mágico Vento decide então ir em busca dos ossos de Fala-com-as-águias
para acalmar seu espírito, enquanto Poe tem outra tarefa, tentar reanimar Mata-a-si-próprio
porque este se recusa a comer os pratos deliciosos feitos por Se-recusa-a-parar e não fala
há dias.
Porém muitas revelações e perigos ainda aguardam
Mágico Vento nas terras malditas...
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Essa história se passa na aldeia Sioux de Mágico Vento
e se desenrola nas terras malditas, onde Mágico Vento vai em busca dos ossos de
Fala-com-as-águias.
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Mágico Vento, Poe, Mata-a-si-próprio, Pena Cortada, Lua Brilhante, Cervo Vermelho, Nariz Chato, Cavalo Branco, Se-recusa-a-parar, Lobo Negro (+) , Fala-com-as-águias (+)
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Essa história de Mágico Vento é a primeira que trata da mitologia indígena.
Para os indígenas da América do Norte a águia é um mensageiro do grande espírito.
Além desta representar grande alegria aos índios, representa também um teor ambíguo, pois assim como
as águias põem só dois ovos e como tudo na vida é marcado pela
ambiguidade do duplo, como homem e mulher, luz e sombra,
bom e mau, corpo e espírito... (adaptado da Blizzard Gazette).
Sabe de
alguma curiosidade desta edição? Envie para a gente e deixe seu nome
registrado como colaborador do Portal TEXBR.
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Para compor essa página foi tomada como
base a revista MV-002, publicada pela Editora Mythos,
medindo 13,5cm de largura por 17,7cm de altura. Esta edição
tem 100 páginas. Preço R$ 4,90. Textos de
Gianfranco Manfredi e desenhos de Giuseppe Barbati e
Bruno Ramella, capa de Andrea Venturi. Tradução: Julio
Schneider, Editor: Dorival Vitor Lopes. Letras de Marcos Valério da Silva e
pintura de capa de Alexandre Jubran. Publicado em
agosto de 2002.
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Série Brasil
Magico Vento
TEXBR
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