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Mensageiro do
Oeste nº 018
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Tex Anual 3: violência gráfica
direta!
O que você achou do Tex Anual 3? Acho que
ficou bem diferente do que os leitores estão acostumados.
Aquela cena onde o jovem Victorio é torturado é algo
terrível e revoltante e a cena onde o Capitão Ellis
comete suicídio também creio que nunca foi vista por
nossos olhos. Não estou criticando, nem querendo dizer
que foi um absurdo, mas creio que a maioria dos leitores
jamais viram cenas com uma violência gráfica tão
direta. Sempre nas histórias fica-se subentendido como
alguém morreu, nem sempre o sangue escorre da boca ou da
ferida de alguém baleado. Acho que o desenhista
argentino Repetto merece figurar na Galeria dos
Desenhistas e espero poder ver novas histórias
desenhadas por ele logo, logo. Quanto ao Segura, as histórias
escritas por ele têm nos mostrado um Oeste mais selvagem
e cruel ao que estamos acostumados. Foi uma boa escolha
do Bonelli. Tomara que haja mais histórias dele por aí.
Levi Trindade, São Paulo, SP.
Essa aventura
arrancou aplausos de muita gente, mas também arrancou
vaias devido a mostrar claramente como era violento o
mundo de Tex. Você tem razão. Repetto já está na
galeria dos grandes desenhistas de Tex. E olha que os
detalhes do desenho ainda saíram prejudicados, uma vez
que o papel jornal do miolo da revista não ajudou muito...
Portal Tex
Tex montou o cavalo Tempestade!
Em TEX Edição Histórica nº34, na página
58, Tex monta um cavalo chamado Tempestade. Raios! Nos
meus quase trinta anos de texmaníaco ainda não tinha
percebido isto, é logico que o Tex monta vários cavalos,
mas nunca citando o nome como neste caso, e aí???
Genival Petroceli Santiago, São Paulo, SP, Brasil
Uma boa observação,
amigo. Tex realmente não costuma chamar os quadrúpedes
pelo nome depois de Dinamite. Pode acreditar que este
cavalo tinha algo de especial para merecer tão carinhoso
tratamento. Portal Tex
Supertex, o Tex italiano nº100
O e-mail do Portal Tex é supertex@ ... e
Supertex é o Tex italiano 100, em cores, de
Bonelli e Galleppini, publicado no Brasil pela Editora
Vecchi em preto e branco, em TEX-004 - Forte Apache. Que ótima
coincidência a do e-mail com a edição italiana, pois
foi o primeiro Tex colorido da edição mensal; depois
saiu o 200, o 300, o 400 e, em junho deste ano, o 500 (a
cada 100 edições sai a colorida)...
Afrânio Braga, Manaus, AM, Brasil
Realmente uma
feliz coincidência, Afrânio. Aliás, queremos
aproveitar este espaço para agradecer a força que você
está nos dando no que diz respeito a enviar informações
sobre Tex Italiano. Para que todos saibam, o Afrânio
enviou pela ECT 79 páginas datilografadas na década de
80 de traduções que ele fez quando esteve na Itália,
em obras Fora de Série já editadas até então.
Obrigado, Afrânio. Já estamos fazendo a revisão destes
textos e, assim que possível, começaremos a inserção
desse material no Portal Tex. Portal Tex
Descubra a cor verdadeira de Dinamite!
Meu patrão (que me viciou em Tex)
comentou comigo lá no Palestra Itália (em 20/01/2002)
que havia uma enquete no Portal Tex sobre a cor do cavalo
do Tex e que ele votara na cor preto. Mas eu matei a
charada, pois era justamente o gibi que lia agora pouco e
então resolvi conectar e participar!!! E é com grande
honra que revelo a cor do bravo Dinamite. Confiram os diálogos
em Tex Edição Histórica
05, página 105, no fim da página:
"...mas eu agora acreditar. Irmão Stone falar de
homem negro que queimar rifles... e eu ver homem negro..."
(quem fala? o índio Flecha Vermelha); "Você o viu?
E não o matou?" (Stone); "Ele muito na minha
frente! E pegar CAVALO BRANCO! (Flecha Vermelha); "Pois
sim! Escapou de meia Durango, imagine se não ia fugir de
um só índio!" (Stone); "Eu pegar homem negro!"
(Flecha Vermelha)...
Rogério de Alencar Costa, São Paulo, SP, Brasil
O texiano Rogério
matou a charada. Ao contrário da cor da capa de TEX-023 (onde Tex conhece e doma Dinamite), o
cavalo não é marrom como aparece na capa, mas branco,
como confirmou com seus próprios olhos o índio Flecha
Vermelha. Quem quiser tirar a dúvida, além de TXH-005, pode conferir esta história em TEX-094 e em TXC-012. Portal Tex
Quantos patifes os pards já mataram?
Muitos anos atrás, quando eu era moço (hoje
tenho 59), tinha um cantor italiano (Gianni Morandi) que
cantava uma canção muito bonita: "Non son degno di
te" (Não são dignos de você). Muito bem, eu achei
um livro (em livraria) cujo titulo é o seguinte: "Non
son degno di Tex" (Não são dignos de Tex): o autor
é Claudio Paglieri e a Editora é Marsilio Editori -
Veneza, Itália.
O autor é um jornalista que descobriu Tex Willer e não
conseguiu mais separar-se do nosso herói, assim como
aconteceu a você, a mim e a muitas outras pessoas; É
muito fácil apaixonar-se ao Tex e à seu mundo: se você
quiser, de vez em quando eu posso fazer o resumo de um
pedacinho do livro e você pode colocar no Portal Tex,
nomeando o autor principal do livro.
O autor fechou seu livro com o número 440 do Tex
Italiano, e compreendeu os "especiais" (10
Texoni, 4 Almanacchi del West, 1 Minitexone). Um exemplo
da estatística que ele escreve nas últimas páginas do
livro: no total destas histórias, Tex matou a beleza de
2047 patifes, sendo 1024 de revólver, 876 de fuzil, 147
de com outros meios (80 com dinamite, 67 com facas,
flechas, pedras, socos). Destes, a maioria eram brancos (928),
620 eram índios, 362 eram mexicanos, 36 eram chineses,
60 pretos e 41 outros (no detalhe: 1 múmia, 1 zumbi, 1
diablero, 4 canacos, 6 thugs, 8 cavernículos, 10 maleses,
10 árabes).
Tem também uma divisão por números publicados: a
maioria de dessas mortes aconteceram nos primeiros 100 números
de Tex (880 patifes); nos números 101-200 foram só 333,
nos dos números 201-300: 300 apenas, subindo para 316
nos números de 301-400, descendo (claro) à 140 nos números
401-440!
Tem tambem o número de patifes mortos por Kit Carson (545
= 26,62% dos mortos por Tex), Kit Willer (261 apenas,
coitadinho!) e Jack Tigre (243, quase nada...)
Gianni Petino, Milão, Itália
Suas considerações
são oportunas e muito importantes, porém, antes de
prepararmos fax e outras coisas, peço ao amigo que leia
atentamente o artigo que foi publicado no Portal Tex em
AGOSTO/2001, com título Morte, uma companheira prá lá
de indesejável!
É um artigo escrito por nós aqui no QG-TEX que enfoca
justamente este tema. Mas, repare o amigo italiano, nós
não temos o livro Non Son Degno di Tex. Pesquisamos na
internet e compilamos o material que encontramos. Você
tem o livro, por isso pedimos que leia o artigo citado,
comente as possíveis imperfeições (eu notei que os números
que citamos são diferentes dos números que você citou
no e-mail) e, depois disso, conversaremos novamente
selecionando algum material para você passar por fax ou
mandar pela internet. Portal Tex
Tem algum
comentário, alguma pergunta, alguma confidência a fazer
sobre Tex e suas aventuras? Escreva para o QG-TEX que seu texto pode sair neste
espaço!
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