
Meios de transporte de massa, os trens até
hoje aguçam o imaginário popular quando se fala em
aventuras no oeste. No início motivo de muitas intrigas
e confrontos com os indígenas norte americanos, porque
os trens atravessavam as terras que por direito lhe
pertenciam, aos poucos os próprios índios foram se
acostumando com mais esse elemento na paisagem bucólica
dos EUA.
O progresso viera para ficar. Comboio de
estrada de ferro com poucos ou muitos vagões e constituído
por um ou vários engenhos motores (locomotivas), o trem
escoava a produção no território e também
transportava valores: ora o produto de cobiçadas minas
de ouro e prata; ora valores destinados ao pagamento de
guarnições militares; ora cofres de bancos...
Pelos trens viajavam desde os magnatas da
época até os mais humildes. Em suas instalações
haviam vagões dos mais requintados aos mais simples. A
foto ao lado é de um trem que circulava pelo oeste na época
das aventuras de Tex.
Havia vagões que contavam até mesmo com
calafetação e sistema de aquecimento para viagens em
lugares muito frios, como podemos ver na aventura TEX-360 - Tempestade nas
Montanhas Rochosas.
Muitos eram os
fatores que atraíam patifes de toda espécie a querer
assaltar trens. Eles se aproveitavam de qualquer
oportunidade para promover os famosos assaltos a trens (veja TEX-071 - Assalto
ao Trem e TXG - O Grande
Roubo), mesmo que o butim não fosse tão gordo.
Abaixo duas imagens para melhor situar a
composição do seu imaginário. Uma estação isolada de
trem (repare que não há absolutamente nada além da
estação) e um trem fazendo uma enorme curva na ferrovia
do Texas.

São imagens que de forma alguma esgotam o
tema, mas já ilustram porque os índios chamavam essa
enorme geringonça de "cavalos de ferro".
Veja também:
Trem, a difícil
missão pelo farwest
A Epopéia dos Cavalos de Ferro
História
das Estradas de Ferro
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