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CAVALO DINAMITE

Sem sombra de dúvida é o cavalo o
companheiro inseparável nas longas cavalgadas nas
pradarias, florestas e desertos (veja acima a capa de Tex Coleção 156, onde Tex
aparece na capa desenhado pelo mestre Galep e com seu
cavalo);
É o cavalo que veloz atravessa de um
Estado a outro conduzindo em seu lombo o valente
cavaleiro que busca com todas as forças fazer a justiça
triunfar em qualquer ocasião; é o cavalo especialmente
que faz o elo de ligação entre todos os lugares inóspitos
onde a civilização ainda não chegou (leia-se trens,
barcos a vapor, diligência...) e as cidades que ostentam
progresso em suas veias e artérias.
Entre todos os cavalos da saga texiana há
um que jamais será esquecido pela legião de leitores: o
bravo Dinamite, conquistado bravamente por Tex num episódio
importante e ao mesmo tempo triste: o então desconhecido
caubói Tex perdera o pai Ken num confronto com ladrões
de gado e abandonara o rancho da família em busca de
outras plagas (veja TEX-023).
E será esse cavalo, batizado pelos irmãos Corlis de Dinamite,
o companheiro fiel por todas as aventuras iniciais, desde
os tempos em que Tex era considerado um fora-da-lei até
mesmo depois de ter se tornado um ranger do Texas. Quando Tex conheceu Dinamite, este já era o seu nome (pág. 104 TEH 47, Tex 23 pág. 111 e Tex italiano 84 pág. 89) e Tom Rebo, refere-se ao cavalo de Tex "Tudo por causa do cavalo preto" (pág. 169 TEH 47).
Já em Tex 23 "Tudo por causa do cavalo preto" dito por Tom Rebo, já não aparece porque esta parte final da história foi cortada pela Vecchi. Mas no original italiano 85, pág. 29, não fala na cor... "Tutta colpa di quel suo dannato stallone!"
Dinamite era um legítimo puro sangue que,
segundo o próprio Tex, "só faltava falar",
dado a sua esperteza e perfeita sintonia com o dono. Aliás,
para entendermos o porquê de toda esse cuidado e carinho
de Tex para com Dinamite, precisamos saber que este
cavalo muitas vezes salvou-lhe a vida quando tudo parecia
perdido, em especial num episódio em que a sorte já
estava selada para Tex, que, enterrado até o pescoço
sob o sol do deserto, vê a morte face a face na aproximação
de uma víbora. Nessa ocasião, além de matar a serpente,
Dinamite ainda é capaz de cavar com suas patas para
libertar o dono de morte martirizante (TXC-015).
E para quem ainda tem dúvidas quanto a
cor do bravo corcel, o texiano Rogério_Cebolinha, de São
Paulo, SP, Brasil, enviou ao Portal Tex as evidências
quanto à cor de Dinamite. Ao contrário da cor da capa
de TEX-023 (onde Tex
conhece e doma o puro sangue), o cavalo não é marrom
como aparece na capa, mas branco, como confirmou com seus
próprios olhos o índio Raposa Vermelha, basta conferir
os diálogos em Tex Edição Histórica 05, página 105, no
fim da página: "...mas eu agora acreditar. Irmão
Stone falar de homem negro que queimar rifles... e eu ver
homem negro..." (quem fala? o índio Raposa Vermelha);
"Você o viu? E não o matou?" (Stone); "Ele
muito na minha frente! E pegar CAVALO BRANCO! (Raposa Vermelha); "Pois sim! Escapou de meia Durango,
imagine se não ia fugir de um só índio!" (Stone);
"Eu pegar homem negro!" (Raposa Vermelha)... Confirmando esta
evidência de que Dinamite é mesmo branco, no original de TEX italiano número 8, pág. 6,
Raposa Vermelha diz: "molto avanti di me! E poi preso veloce cavallo bianco!"
Em tempo:
O
texiano Rogério_Cebolinha, de São Paulo, SP, Brasil foi
quem enviou ao Portal Tex as evidências quanto à cor de
Dinamite, branca, como podemos ver no alto desta página.
Quem quiser tirar a dúvida, além de TXH-005, pode conferir
esta história em TEX-094 e em TXC-012.
Para saber mais:
Transportes: Os
cavalos
Carta de Rogério
Demétrio, Mensageiro 018
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