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O
Jornal de Notícias de Portugal deu destaque a Dylan Dog na seção Aos
Quadradinhos da edição de domingo, 15 de outubro de 2006, veja:
20
Anos e Fim
Por coincidência, nas bancas portuguesas, o
fim da edição brasileira de Dylan Dog (da Mythos) coincide com os 20 anos da criação do herói. Por coincidência, ou porque nós gostamos de ver as coisas dessa forma.
Em Itália, os 20 anos do único herói Bonelli que até hoje conseguiu suplantar em vendas o lendário
Tex, são comemorados com o regresso do seu criador, Tiziano Sclavi, aos argumentos, na edição de Agosto (DD #240), com uma história dupla a cores ("Xabaras"/"In nome del padre"), em Setembro/Outubro, e com o início de uma série bimestral - " Dylan Dog Granderistampa" - que compilará, por ordem cronológica, todas as histórias do "investigador do pesadelo", ao ritmo de três por número.
Dylan
Dog, que tem a cara do actor Rupert Everett, evolui num registo misto de policial e terror puro, com generosas doses de sangue e violência, aligeirado pelas insuportáveis piadas de
Groucho, o seu assistente, inspirado no homónimo
irmão Marx, a atracção irresistível que Dylan provoca nas suas clientes e a relação (falsamente) antagónica com o inspector Bloch, da Scotland Yard. Como exemplificam as duas últimas edições brasileiras de Dylan Dog -
"Escrito com sangue" (DD #39, já nas bancas) e
"O mistério do Tamisa" (DD #40) - com as habituais referências (literárias, cinematográficas, …) e uma abordagem original a modernos mitos urbanos.
A (re)descobrir, enquanto é possível.
Copyright: © 2006 Jornal de Notícias; F. Cleto e Pina
Em tempo:
Informações
enviadas por José
Carlos Pereira Francisco,
de Anadia, Portugal, representante da Mythos Editora em Portugal e
colaborador do Portal TEXBR
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Divulgação
TEXBR
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