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Curiosidades
Ficha Técnica
Nesta Edição:
Nesse volume são relacionados cerca de 8500 termos contidos no Tex Gigante (Tex Normal) segunda série do número 1 ao número 484; no Tex Albo Speciale (Edição Gigante) do número 1 ao número 14; no Tex Almanacco (Almanaque Tex) de 1994 a 2001 e no Maxi Tex (Tex Anual) do número 1 ao número 4.
Você sabia?
O termo "adobe", entre os mais de oito mil termos relacionados neste livro, tem relação ao seguinte: "em adobe é construída a casa de Kit Carson em Taos". A afirmação é, entretanto precedida da erudita nota etimológica: "termo espanhol de derivação árabe, que indica um tijolo de argila e palha secado ao sol, empregado para a construção das habitações do
sudoeste dos Estados Unidos.
Depoimento:
Aurelio Sangiorgio pesquisou em 89 títulos para realizar um extraordinário "fuori collana" texiano. Foram 86 livros, sobre o Oeste e sobre o protagonista, e três séries de Tex Willer - 4 Maxi Tex (Tex Anual), 14 Albo Speciale (Edição Gigante) e 484 Tex Gigante (Tex Normal) - o que totaliza 588 volumes. "Atlante di Tex" possui um conteúdo tão vasto que foi fonte para "A Longa Aventura de Blueberry. Lugares e mitos do Oeste em uma Bande Dessinée Francesa".
A magnífica obra de Sangiorgio traz boas recordações aos amantes do herói bonelliano e das histórias em quadrinhos, através de personagens, lugares e acontecimentos. Recordar o Ace Saloon, a belíssima chinesa Ah Toy, o barco Albatros, o Bisonte Branco, os Fortes, os amigos, os inimigos, as armas, os índios, os xerifes, as cidades, a Floresta Petrificada, o Vale da Morte, os jornais, enfim, as aventuras de Tex e os seus pards através de histórias do Oeste - fictícias e reais.
O autor concluiu a introdução ressaltando que ninguém é perfeito e pediu desculpas antecipadas por qualquer falha - faço minhas as suas palavras. Destacou ao escrever sobre Gianni Brunoro, que o livro do mesmo é uma verdadeira e própria bíblia texiana: Tex. Firenze, Glamour, 1994.
Posso dizer: Atlante di Tex: o ABC do Ranger!
Afrânio
Braga
Afrânio
Braga é
colaborador do Portal TEXBR e escreveu as informações para montarmos
esta página em fevereiro de 2002 (QG-TEXBR).
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Orelha: Livro Atlante di Tex, de Aurelio Sangiorgio, Roma, Il
Minotauro, 2001.

PREFÁCIO
- E Tex foi colocado ao índice...
Será sem dúvida verdade que "uma rosa é uma rosa é uma rosa é uma rosa". Mas
deve ser igualmente indiscutível verdade "Tex é Tex é Tex é
Tex"... "E chi
non ci crede paghi un tallero", como recita por sua vez outra clássica
locução. Mas acredite, enfim, precisa acreditar por força, visto as dezenas
de ensaios críticos dedicados ao nosso herói (sob sua óbvia alada inspiração...) por anos até hoje, fez-se avalanche em 1998 por ocasião do
seu cinqüentenário.
Então ocorre conhecê-lo: se meio século de vida já é um fato notável para um
herói dos quadrinhos, muitos dos quais certamente chegaram, mas cansadamente, é invés realmente excepcional e extraordinário o caso de
Tex,
que não só dobrou de arremesso a bóia do meio século de vida, mas que
continua a demonstrar uma vitalidade absolutamente digna da fiel paixão com
a qual o segue uma irreduzível multidão de leitores. E notadamente, tudo
leva a suspeitar que esses vão à medida parcialmente renovando-se, em um
fenômeno de contágio que vai acometendo gerações sempre mais jovens.
Embora seja, um aspecto decisivamente surpreendente, na relação entre Tex e os seus
leitores, é a morbosidade desses últimos nos confrontos do personagem. Dos
quais muitos não se contentam de ler as novas proezas contidas naquela
centena de páginas mensais que com compromisso por meio século se encontram
nas bancas, sem contar várias outras publicações como os "Albi
Speciali"
(Edições Gigantes) ou os "Almanacchi" (Almanaques) ou os
"Minitexoni"
(Anuais), e as reedições. Não, não...
Sobre Tex passou gradualmente
crescendo uma febricitante curiosidade, entusiástica alimentadora de uma
vivaz publicidade e de uma corpulenta experimentação de diversas densidades
(também cultural) e diferente natureza, que não deixar de tocar qualquer
perspectiva, daquela exegética àquela colecionística, do repertório
cronológico ao aspecto bibliográfico. Para o qual, parecia que sobre Tex já
tivesse sido dito tudo o que tinha de ser dito, e talvez também o contrário
de tudo. E invés agora Aurelio Sangiorgio nos coloca sob o nariz esse grosso
volume, que de qualquer modo engloba algumas das precedentes óticas, mantendo igualmente uma obra de todo nova.
Obra incomum e inesperada, no panorama de ensaio sobre
Tex, enquanto conduz
sobre a sua saga um tipo de operação a qual não apenas ninguém pensou até
agora - ou pelo menos, não a esse nível - para nenhum outro em quadrinhos,
mas, sobretudo porque se trata de um trabalho reservado somente a obras
literárias de grande fôlego, a sagas clássicas ou não obstante a obras de
imenso e relevante peso cultural.
Agora, será também verdade que o peso
cultural atribuível a Tex é porventura dificilmente confrontável com a
relação que temos fase o conceito tradicional de cultura. Mas ele é sem
dúvida titular de uma outra cultura: quando um personagem entra quanto ele
entrou no imaginário coletivo, radicando-se já (além de uma certa idade)
na memória de quem quer que seja, do operário ao dirigente, do político ao
professor ao intelectual, e por demais alimentando neles um sentimento de
simpatia e erguendo-se em referência sob vários aspectos, certamente ele
entra em uma perspectiva cultural, se bem que se trata não de cultura
entendida em sentido humanístico, mas de cultura entendida em sentido
social.
Foi fácil prestar-se-lhe contar de maneira concreta, quase
materialmente palpável, por ocasião da morte do "papa" papiráceo de
Tex,
Gian Luigi Bonelli, em 12 de janeiro de 2001 quando os jornais do dia seguinte reservaram ao evento páginas inteiras, incluídas manchetes mais ou
menos grande na primeira.
E se pode ver qual peso tinha enfim o personagem -
com toda ordem mitologizante que o circunda - sobre o imaginário da sociedade Italiana, sobre a numerosa série de categorias de eleitores
envolvidos com uma absoluta transversalidade, que perturba seja os partidos
políticos seja qualquer outro gênero de diversões, do censo ao plano
cultural.
Constatou-se, portanto quanto Tex Willer vive na sociedade
Italiana como mito literário - de uma literatura certamente "baixa" porém
difusíssima - como arquétipo humano e como crível e crido personagem
narrativo. Quanto ao sucesso da saga de Tex, ninguém o pode negar, estamos
já nas cem mil páginas na qual ela consiste.
Em sentido técnico, então, Tex tinha e tem toda a nobreza necessária em
meritar-se uma obra como a presente. O problema era talvez introduzi-la
junto. Porque é uma daquelas obras tecnicamente definível um índice
analítico racional: o que significa substancialmente passar no crivo todos
os nomes, os conceitos, as referências, os lugares e uma miríade de outros
elementos ou dados contidos na saga.
Além disso, após tê-los com zelo
corretamente disposto em rigorosa ordem alfabética, despender-se para cada
um deles - palavras de explicação, acrescentando-lhes também as indicações
às localizações (no caso específico) ao interno do correspondente episódio,
citando também os autores, e, sobretudo reenviar a todos aqueles componentes
internos que constituem o "tecido neurônico" de cujo se nutre a longa
narração das façanhas de Tex: o êxito final é uma teia feita de referência e
contatos transversais, diacrônicos e sincrônicos, idôneos a ligar a inteira
narração em um conjunto granítico e homogêneo.
Agora, é evidente e surpreendente: essa é uma enciclopédia de quanto todos
as histórias de Tex andaram desatando nos além de dez lustros da sua
existência. E dito assim pode mesmo parecer simples. Mas se se vai percorrer
os termos desse livro insólito, dele emergem outras valências, outras
interferências, outras possibilidades.
Deixo-me prender, em exemplo e em
caso, do termo "adobe", com direito de cidadania entre os mais de oito mil
termos aqui relacionados resulta justificado pela notícia "em adobe é
construída a casa de Kit Carson em Taos". A afirmação é, entretanto
precedida da erudita nota etimológica: "termo espanhol de derivação
árabe, que indica um tijolo de argila e palha secado ao sol, empregado para a
construção das habitações do sudoeste dos Estados Unidos.
Os primeiros a
usá-lo foram os índios para a construção dos pueblos, depois foi utilizado
também pelos brancos". E agora peço desculpa ao meu hipotético leitor se
entro na minha personalíssima intimidade, referindo uma experiência que em
termos altissonantes se poderia identificar como autobiográfica... devo
dizer que, tendo hoje um digno conhecimento da língua espanhola (da qual
traduzidas dezenas de histórias em quadrinhos), recordo com lúcida consciência como o amor por ela por me seja destinado, nos remotos tempos
das minhas leituras infantis, propriamente graças aos quadrinhos.
Era menino
e ao ler as páginas do "Kit Carson" - uma série nascida com Rino Albertarelli nos anos 30 e prosseguida por Walter Molino nos anos 40: e
curiosidade quer, como para Tex, também aquela fosse um Western - era
particularmente atingido por vocábulos espanhóis aqui e ali disseminados nos
seus "ballon". Então, eles me suscitaram uma curiosidade e um interesse
direcionado àquela língua que me induziria depois, juveníssimo, a estudá-la
por autodidata.
Certo, o caso é individual, mas creio possa assumir-se em
metáfora de toda uma gama de possibilidades do gênero e que, extrapolando,
ele possa ser um claro índice e uma demonstração de como mesmo uma humilde
("humilde"?) HQ possa constituir uma ocasião culta, só em sabê-la advertir
ou por quem a queira desfrutar. E, bem entendido, tanto melhor se se queira
integrar tal propensão servindo-se também de obras como essa enciclopédia.
Na qual "ocasiões" do gênero daquela por mim considerada como exemplo serão
sem dúvida às centenas. Então, através dessa, e ao longo do interminável fluir de todos esses
"termos", se percebe quantos, quais e quão profundos são os componentes
entre os quais percorrem as aventuras de Tex: a história e o mito, os
problemas humanos e os acontecimentos tópicos, as alusões ao espetáculo e as
piscadelas à literatura. E tudo isso em um contexto que - sem renunciar em
ambientes típicos da aventura, mas diferentes do western, como, por exemplo,
o mágico, o horror, o fantástico - todavia é integralmente aquilo do Oeste.
Em efeito, Tex é um dos pouquíssimos personagens dos quadrinhos a manter
viva a mitologia. Propriamente por essa sua capacidade de sobrevivência no
nosso imaginário, o personagem demonstra a própria vitalidade em sentido
universal.
De modo que um "epítome" assim aluvial terminaria por configurar Tex como
algo cujo talvez não tenhamos jamais conscientemente pensado, mas que sem
dúvida já "sabemos" no fundo do coração: ou seja, que Tex é uma metáfora do
Oeste e ao mesmo tempo uma alegoria de todo o western. Não nos surpreende
que propriamente no Western, há muito, fincam as suas raízes os Sergio
Leone, renovadores de certo cinema italiano; não que sobre o seu modelo
tenham nascidos logo "characters" "outros": tanto para citarmos um e permanecer na casa Bonelli, se vai pesquisar dentro daquele personagem - que
teve e tem um indubitável sucesso junto aos leitores dos anos 90 - que
responde pelo nome de Nathan Never, se verá que raspa, raspa, indo ao fundo,
as suas estruturas não são variadas muito em relação àquelas de Tex.
Significa que, conscientes ou não, os seus autores têm-nas com clareza assimiladas e por conseqüência reinventadas para depois levá-las a uma outra
direção criativa.
Em definitivo, estamos diante de uma obra que, no panorama dos ensaios
críticos a Tex tem parâmetros originais que, se por um lado permitem ver
iluminado de nova luz o personagem, por outro estimulam a uma qualquer
consideração. Um texto, a saber, que não deixa, seja como for, indiferentes.
Gianni Brunoro

Como ler esse Atlante
Nesse volume são relacionados cerca de 8500 termos contidos no Tex Gigante
(Tex Normal) segunda série do número 1 ao número 484; no Tex Albo Speciale
(Edição Gigante) do número 1 ao número 14; no Tex Almanacco (Almanaque Tex)
de 1994 a 2001 e no Maxi Tex (Tex Anual) do número 1 ao número 4.
Decidimos parar nesses números, do contrário seria um inane alento.
São relacionados todos os termos alusivos a nomes de pessoas, localidades,
acontecimentos, locais; foram descartados somente aqueles que se referiam a
personagens ou lugares de impossível especificação. No mais são incluídos
termos que, outrossim, não atingem diretamente Tex, fazem parte da história
real do Oeste.
Todas as citações entre aspas são copiadas integralmente dos volumes de Tex
e são, por conseguinte, por atribuir-se à premiada dupla "Bonelli-Galep" e
sucessores. Se é, além disso, tido oportuno usar uma linguagem que reforçasse aquela de Tex, para a qual, especificada nas definições do tipo
descritivo, foram usadas aquelas típicas locuções texianas que já têm feito
história do tipo: "Lançado como um tapete", "uma lição a la Tex Willer" ou
"a música do velho Samuel Colt".
Como estaria dizendo o próprio Sergio Bonelli (a cujo não cessarei jamais de
prestar os meus mais sinceros agradecimentos pela colaboração dada para esse
livro e para o precedente "In viaggio con Tex") é quase impossível reconstruir a exata cronologia de todas as edições - reedições - novas
reedições de Tex: "É realmente difícil arrumar-se naquela confusão de
iniciativas que têm, porém objetivo de assegurar a sobrevivência do
personagem".
Razão pela qual devo, obrigatoriamente, refazer a minha
coleção: "La mano rossa" (A mão vermelha) em minha posse desde março de 1964
e apresenta ainda, na página 35, a famosa data 1898, depois desaparecida nas
sucessivas reedições.
Quando a citação relaciona o número, o roteirista e o desenhista, a lógica é
a seguinte: roteirista e desenhista são aqueles que, efetivamente, criaram a
história; o número e o título são invés referidos ao álbum mensal (o
problema não se põe para outras edições de Tex que são histórias
autoconclusivas). Isso porque, se é verdade que muitas histórias iniciam na
metade do álbum e têm roteirista e desenhistas diversos daqueles que o
iniciaram, é verdade também que o "pobre" leitor ficaria maluco a procurar o
título da história (que é quase sempre distinto daquele do álbum) entre 484
números.
Mesmo se para os primeiros 337 números valia sempre a junção "Text by G. L.
Bonelli-disegni Galep", decidimos indicar os verdadeiros autores-desenhistas; tudo tratado pelo inigualável e imprescindível texto de
Brunoro-Carboni-Viavoni, "Tex", Glamour, 1994.
As biografias de roteiristas e desenhistas inseridas no elenco foram
retiradas todas dos livros de Gianni Bono e de Franco Rebagliati (ambos
citados na bibliografia) e citam somente a colaboração a Tex. As indicações
citando o número do volume são referidas, geralmente, apenas aos nomes mais
importantes; quando um personagem é secundário, vem indicada a sua relação
com um mais importante ao qual se deverá fazer referência pela numeração.
Enfim, também quando um elenco de nomes iguais não apresenta numeração, os
termos são todos geralmente em ordem cronológica. As informações relativas aos aspectos demográficos e do território provêm de
fontes em posse do autor fornecidas pela Câmera de Comércio de cada um dos
Estados norte-americanos.
Os desenhos provêm do arquivo da Sergio Bonelli Editore, exceto aqueles
representando as armas, que são obra do caro amigo Floriano Cosmi. Sabemos que ninguém é perfeito (talvez, blasfêmia!, nem Tex em pessoa), por
conseguinte nos desculpamos desde agora por faltas devido somente à nossa
marcada distração e, não certamente, à falta de amor-paixão-conhecimento por
aquele tição do inferno e os seus pards. Aurelio Sangiorgio
Alguns termos do elenco: Abilene, Ace, Anaconda, Apache Kid, Apache Kid
Wilderness Area, Arizona, B.I.A. (Bureau of Indians Affairs); Bean, Roy;
Berardi, Giancarlo; Bonanza; Bonelli, Gian Luigi; Bonelli, Sergio ver Nolitta, Guido; Bonelli, Tea; Bono, Gianni; Boselli, Mauro; Brunoro, Gianni;
Buzelli, Guido; Calegari, Renzo; Canyon Diablo; Canzio, Décio; Capitanio,
Aldo; Cheyenne Club; Civitelli, Fabio; Dinamite; Fusco, Ferdinando; Galleppini, Aurelio; Gamba, Francesco; Gattia, Alarico; Gemma, Giuliano;
Giolitti, Alberto; Magnus; Medda, Michele; Muzzi, Virgilio; Nicolò, Erio;
Nizzi, Claudio; Oklahoma; Ortiz Moya, José; Raschitelli; Ticci, Giovanni;
Uggeri, Mario; Wilson, Colin; Zaniboni, Sergio; e muitos, muitos outros
personagens, lugares, acontecimentos e autores, como Jesus Blasco Monterde e
Guglielmo Letteri.
Ilustrações, desenhos e fotografias em p&b: Tex Willer como Águia da Noite
(capa de álbum - Tex sobre o cavalo, olhando para trás, ao fundo sinais de
fumaça de uma montanha - 1, ciclo Vingança por Lilyth), Mapa da fronteira
entre Arizona e México, Mapa do Arizona; Capitão Drake, o Barba Negra (1),
The Jersey Lilly, o saloon de Roy Bean (2), Billy the Kid (2), Tumba de
Billy the Kid (2), Jim Brandon (desenho de Ferdinando Fusco), Fred Brennan e
John Teller (1), Calamity Jane (2), Chefe José (2), Kit Carson, o verdadeiro
(2), Cochise, o verdadeiro (2), Buffalo Bill, jovem (2), Buffalo Bill, um
ano antes da morte (2), Coffin, o primeiro inimigo de Tex (1), Colt Pacemaker 1873 (3), George Crook, general (2), George Custer, general (2),
Phil Davis, general (desenho de Ferdinando Fusco), Mapa do Vale da Morte,
California; Deringer, dois modelos (3), Tom Devlin (4), Perry Drayton, álias
Proteus, no momento da sua primeira prisão (4), El Morisco (4), "Fiore di
Luna" e Kit Willer (desenho de Claudio Villa), Pedro "Cobra" Galindez (desenho de Fabio Civitelli), Gatling Ten Barrel (3), Geronimo (2), Ulysses
Grant, militar e presidente (2), Gross Jean na sua primeira aparição (1),
Henry 44 (3), Wild Bill Hickok (2), Howitzer Napoleon 12 libras (3), Andrew
Liddel, "Il Maestro", desfigurado pelo seu terrível veneno (4), Lilyth
enquanto salva Tex do poste da tortura esposando-o (1), Abram Lincoln com
Allan Pinkerton (2), Nat Mac Kennet na sua primeira aparição (4), Pat Mac
Ryan (4), Chefe Manuelito (2), Mc Parland (desenho de Jesus Blasco), Mefisto, o mais perigoso inimigo de Tex (1), Montales (1), Nana (2), Mapa da
Reserva Navajo, Chefe Nuvem Vermelha (2), Annie Oakley (2), Ely Parker, o
verdadeiro (2), Marcus Parker, a alma negra de uma das mais belas aventuras
de Tex (desenho de Erio Nicolò), Allan Pinkerton (2), Remington 44 (3),
Sagua (1), Ruby Scott, o único que derrotou Tex em um duelo (1), Sharps (3),
General Philip Sheridan (2), O misterioso Senhor do Abismo (4), Spencer (3),
Pueblo de Taos (2), Jack Tigre (desenho de Giovanni Ticci), três modelos de
tomahawk (3), Planta de Tombstone, Touro Sentado (2), Kit Willer (1), Tex e
Sam Willer (1), Tex Willer visto por Carlo "Piccolo Falco" Sangiorgio (desenho infantil); Winchester, dois modelos (3), Si Tanka (2), Yama, o
filho de Mefisto (1), Zhenda (1). 1. Desenho de Aurelio Galleppini; 2. Fotografia; 3. Desenho de Floriano
Cosmi; 4. Desenho de Guglielmo Letteri.
Bibliografia
Oitenta e nove obras, entre as quais:
AA.VV. 49 canti degli indiani d'America. Mondadori, 1997.
AA.VV. Arizona. Edimar, 1994.
AA.VV. Armi da fuoco. Mondadori, 1991.
AA.VV. California. Meridiani, 1992.
AA.VV. Le frontiere di carta. Sergio Bonelli Editore, 1998.
AA.VV. New Mexico. Edimar, 1994.
AA.VV. Racconti della frontiera. Mondadori, 1993.
Albertarelli R. Billy the Kid. Hobby & Work, s.d.
Albertarelli R. Geronimo. Hobby & Work, s.d.
Bargioni R.-Lucotti E. Tex Willer. Gammalibri, 1979.
Bonelli G. L., Galleppini A. Sangue Navajo. Mondadori, 1974.
Brunoro-Carboni-Vianovi. Tex. Glamour, 1994.
Brunoro-Gedda-Verger. Tex... E il sogno continua. Lo Scarabeo, 1994.
Busatta F. Come Tex non c'è nessuno. Puntozero, 1998.
Carson K. La mia vita. Castelvecchi, 1994.
D'Antonio G. Storia del West. Mondadori, 1994.
Della Casa-Gargarone. Galep. Lo Scarabeo, s.d.
Gallo G.-Bonomi G. Buffalo Bill e Tex Willer. Colpo di fulmine edizioni,
1996.
Mantegazza R.-Salvarini B. Io sparo positivo. Unicopli, 1997.
Maxi Tex, números 1 - 4.
Piazzi A.-Rosati E. Al servizio dell'eroe. Il Tex di Magnus. Puntozero,
1996.
Pieroni P. Manuale di Tex nel West. Mondadori, 1982.
Pollicelli G. Cinquantex. Lo Scarabeo, 1998.
Rebagliati F. Le avventure in treno di Tex. Alzani Editore, 2000.
Sangiorgio A. In viaggio con Tex. Il Minotauro, 1998.
Sangiorgio A. Sulle tracce di Buffalo Bill. Il Minotauro, 1998.
Taglieri C. Non son degno di Tex. Marsilio, 1997.
Tentori A. Silenzio! Parla Tex. Castelvecchi, 1998.
Teodori M. Storia degli Stati Uniti d'America. Newton, 1996.
Tex Albo Speciale, números 1 - 14.
Tex Gigante, segunda série, números 1 - 484.
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Capa: desenho de Fabio Civitelli, 1997. Formato: 17,3 X 24,0 cm. Páginas:
504, incluindo capa e contracapa, com ilustrações em p&b; papel de boa
qualidade. Preço: Euros 33,57. Venda: www.internetbookshop.it
Orelha da capa: Aurelio Sangiorgio, sempre apaixonado por Tex, já publicou para Il
Minotauro "In Viaggio con Tex" e "Sulle Tracce di Buffalo Bill". Desenho da
capa de Fabio Civitelli dedicado ao autor "Ad Aurelio, con amicizia - 26/08/1999" (A Aurelio, com amizade). Os desenhos das armas são de Floriano
Cosmi.
Em
tempo:
Imagem
e informações desta página enviadas por Afrânio Braga, de Manaus, AM, Brasil.
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