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A História
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Curiosidades
Ficha Técnica

Nessa
edição:
A primeira aventura em que Tex precisa recorrer ao mesmo
tempo a Pat Mac Ryan, Gros-Jean e a Jim Brandom.
Você
sabia?
A Terra Indígena Fort Apache (Fort Apache Indian Land) está nas
Montanhas Brancas (White Mountains). Elas tem 120 kms de comprimento por
72 kms de largura e incluem partes dos condados Apache, Gila e Navajo. A
floresta Nacional do Tonto (Tonto National forest), a Floresta Nacional
Sitgreaves (Sitgreaves National Forest) e a Floresta Nacional Apache
(Apache National Forest) formam as fronteiras oeste, norte e leste das
Terras Indígenas (Indian Lands). As terras vão de uma elevação de
800m no rio River Salt Canyon para 3.300m nas montanhas Mount Baldy. Os
Apaches vivem em uma área de aproximadamente 1,5 milhões de acres.
Atualmente, as tribos Indio Apache Montanha Branca (White Mountains
Apache Indian) tem 11.000 membros. Curiosidade enviada por Nei Souza Teixeira, Macatuba, SP, Brasil.
Essa edição foi publicada duas vezes no Brasil. A
primeira vez TEX-004 em p&b e a segunda vez TXCL-003 colorido.
Depoimento:
Bonelli, ao longo do tempo, conseguiu caracterizar as
histórias de Tex e seus pards com vários fatores que se
tornaram obrigatórios na saga do Águia da Noite. Na
história "Forte Apache", que foi criada na
melhor fase Bonelli / Gallep,eles conseguiram introduzir
praticamente todas as nuances que fizeram de Tex a melhor
revista do gênero em todos os tempos. Para os profundos
conhecedores das histórias do ranger, é fácil detectar
todos os "clichês", no melhor sentido da
palavra, que Bonelli usou e que hoje tenta ao máximo,
ser seguida por Nizzi, seu substituto (aliás, o único
roteirista de Tex que conseguiu o feito de aproximar seu
texto das características desenvolvidas por seu criador,
mesmo que seja impossível alguém escrever Tex como
Bonelli). Com relação a edição colorida (TXCL-003), comprovei uma
antiga tese minha: Tex tem que ser editado somente em
preto e branco, pois as cores tiram a principal característica
dos desenhos, principalmente os de Gallep. Basta comparar
as duas revistas (a p&b e a colorida) para comprovar
esta minha teoria. Como fator negativo, pode-se criticar
o tamanho da história, demasiado pequeno para os padrões
da revista, mas talvez por ser uma edição comemorativa
e também feita originalmente em cores, chega-se a dedução
que o tamanho é pequeno pelos motivos citados. Como análise
de roteiro e arte, se no futuro alguém me perguntar como
eram as histórias do legendário ranger texano, eu lhe
indicarei esta história (entre tantas outras) para ler,
pois "Forte Apache" é uma das sagas mais
características que exemplificam o que G.L. Bonelli e
Aurélio Galleppini, os verdadeiros criadores de Tex,
quiseram nos passar, e que hoje, infelizmente, fica na
saudade.
Jean P. Lopes
Jean P. Lopes
mora em Goiânia, GO, Brasil. Esta resenha foi publicada pelo Portal
TEXBR em setembro de 2000 (QG-TEXBR).
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Clique sobre a imagem de capa para ampliar!
Clique Aqui para ver imagem
de capa da 2ª edição!
Sinopse:
Um grupo de
apaches espalha o terror e a violência na fronteira dos
EUA com o México e Tex Willer é chamado para intervir.
Como a missão é perigosa demais, Tex pede a ajuda de
seus pards e ainda busca os reforços de Pat Mac Ryan,
Gros-Jean e Jim Brandon. Numa aventura espetacular e
desesperadora, os sete amigos enfrentam o terrível bando
de Matias, fazendo deste episódio mais um dos clássico
das histórias de Tex.

Tex é chamado ao Forte Apache onde recebe
a missão de desmantelar um grupo de apaches rebeldes que
contam com a liderança de Matias, um experiente
guerreiro, profundo conhecedor de todo território apache
e que anteriormente havia lutado ao lado de Gerônimo, o
mais famoso guerreiro apache de todos os tempos. Prevendo
um difícil confronto com os índios, Tex pede auxílio
aos seus amigos de outras aventuras e convoca o irlandês
Pat Mac Ryan, o canadense Gros-Jean e o casaca-vermelho
Jim Brandon, para assim junto com Kit Carson, Kit Willer
e Jack Tigre formarem um pequeno, mas eficiente grupo que
tem como objetivo destruir o bando de Matias.
Tex recebe do comandante do Forte Apache várias
informações úteis sobre o bando de apaches e entre
elas a confirmação de que Matias tem cúmplices brancos,
os quais passam dicas e armas que facilitam as incursões
dos apaches contra os colonos e pequenos povoados
indefesos. Depois de reunir todo o grupo de companheiros,
Tex traça um plano de ação cujo primeiro passo é
capturar e interrogar os informantes de Matias.
Através de Kit Carson e Kit Willer, Tex
recebe de Cochise (chefe supremo dos Apaches Chiricahuas)
várias informações úteis sobre Matias e seu bando.
Cochise estava bastante preocupado com as ações de
Matias, pois alguns jovens guerreiros de sua tribo,
iludidos com as vitórias iniciais do bando de apaches, já
manifestavam vontade de se unir aos rebeldes.
Alem dos cúmplices brancos, Matias
contava também com a ajuda do mestiço Silver, um
batedor do Forte Huachuca, que uma vez infiltrado entre
os soldados da cavalaria, passava todas as informações
para os rebeldes apaches, que assim sempre escapavam das
perseguições do exército americano. E é justamente
este traidor que Tex usa como isca para lhe indicar onde
é o esconderijo secreto de Matias, situado do México,
onde a cavalaria americana, por estar atrelada a
regulamentos, não tem acesso.
Depois de muitas idas e vindas e
capturados todos os cúmplices de Matias (além de
destruir os seus covis), Tex ataca a aldeia apache e arma
uma cilada para Matias. Mas daí resulta uma sangrenta
batalha às margens do Rio Bravo, onde muitos corpos
ficarão estendidos sob o sol e onde o sangue tingirá de
vermelho as águas do famoso Rio Grande. E o pior: por
mais bravos e corajosos que sejam, Tex e seus seis
companheiros não conseguirão livrar-se sozinhos dos
sobreviventes do bando... Mas quem poderá ajudá-los?
topo da página

Forte Apache; Arredores da cidade de
Redington; Trilha entre Sahuarita e Tubac; Aldeia Apache,
situada entre platôs que unem as montanhas de Coronado
aos contrafortes setentrionais de Serra Madre; Sopé das
montanhas de Sonoyta; Forte Huachuca; Cidade de Nogales;
Rios Sonora, Yaqui e Bravo.
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Tex Willer, Kit Carson, Kit Willer, Jack
Tigre, Pat Mac Ryan - o irlandês, Gros-Jean - o
canadense, Jim Brandon - oficial do exército canadense;
Matias(+) - o líder dos rebeldes apaches, Yaqui(+) - o
curandeiro apache; Silver(+), o mestiço batedor do Forte
Huachuca; Bill Dreyer(+) - dono do Bar Ferradura; Culbert;
Red Runyon(+); Laval(+); Cochise, chefe supremo dos
Apaches Chiricahuas; Comandantes dos Fortes Apache e
Huachuca; Capitão Simmons, oficial do Forte Huachuca e
Soldados da cavalaria americana.
topo da página

Este número de
Tex teve repeteco. Ao lado você vê a capa da 2ª Edição,
publicada no Brasil pela Editora Vecchi, a mesma editora
que publicou a primeira edição.
Compare esta imagem da
2ª Edição com a capa da 1ª Edição (no alto desta página)
e repare nas diferenças, especialmente no tamanho (o
formato grande - igual ao italiano - durou apenas de TEX-001
até TEX-037). Clique sobre a imagem ao lado para ampliar
a mesma!
A aventura Forte Apache teve o mérito de
ser a primeira aventura de Tex editada em cores. Em sua
edição original italiana, recebeu o número 100 e teve
o lançamento em fevereiro de 1969. Como a data era
comemorativa a editora Bonelli lançou a revista em cores,
uma antiga solicitação dos fãs e apreciadores da saga
de Tex. No Brasil essa história foi lançada
primeiramente em TEX-004 pela Editora Vecchi e em preto e
branco (veja a capa acima). Somente vários anos depois
que os brasileiros puderam ter a revista em cores, a TXCL-003, então
republicada pela Editora Globo.
Um outro fator marcante nesta história
"Forte Apache" é que, pela primeira vez foram
reunido os principais personagens que sempre apareciam em
aventuras isoladas: o irlandês Pat Mac Ryan, o canadense
Gros-Jean e o casaca-vermelha Jim Brandon. Mesmo faltando
Montales e El Morisco, outros famosos companheiros de Tex,
a história foi aprovada e caiu no gosto dos fãs de Tex.
Dados
Históricos
O primeiro
forte construído na área foi chamado Camp Ord. Mais tarde, o nome foi
mudado para Camp Thomas, em homenagem ao general da guerra civíl George
W. Thomas. Então, em 1870 o nome foi mudado uma última vez para Fort
Apache. Este nome foi escolhido depois de uma visita do chefe Apache,
Cochise.
A
Terra Indígena foi estabelecida em 1897 e foi marcada depois do fort.
Quando os primeiros Apaches Montanha Branca começaram viver alí, eram
apenas 2.000. Anterior ao estabelecimento da tribo na Terra Indigena, os
Apaches já eram a mais determinada e independente tribo Indigena no
Arizona. Os Apaches chamavam-se, "DiNeh" significando "O
Povo" ou, "Os Habitantes".
O fort
funcionou até 1924 quando se transformou em uma escola para crianças
índias. Durante os anos 1950 os Apaches Montanha Branca (White Mountain
Apaches) decidiram tornar-se auto-suficientes e melhorar sua forma de
vida. E para isso, a tribo estabeleceu um plano para tornar as Terras
Indias a maior area recreacional privada nos Estados Unidos. Isto foi
alcançado com a construção de um número de barragens para criar
lagos, rodovias de acesso e parques. Durante todo o processo, as tribos
não perderam o sentido de manter a beleza natural do ambiente e
tratando a terra com respeito.
Hoje, a
Terra Indigena Fort Apache (Fort Apache Indian Land) é um lugar
destinado á férias e entusiástica recreação. O Whiteriver é o
centro das Terras Indígenas e a sede do governo tribal. As terras tem
se tornado um excepcional área de recreação. A tribo é orgulhosa de
sua Estação de Esquí Nascer-do-Sol (Sunrise Ski Resort) com seus
excelentes níveis de várias habilidades de trilhas cobertas por três
montanhas. Há seis elevadores de cadeira e diversos postos de guarda
pelas proximidades.
O Lago
Hawley é um dos 25 lagos apropriados para pesca. Também há 670 km de
riachos que são supridos regularmente. Isto faz deles o paraíso dos
pescadores. Com mais de 7000 áreas de camping, os visitantes sempre
podem encontrar um lugar para passar a noite.
As águas
do rio Salt River se originam onde se juntam o Rio Negro (River Black) e
Branco (White) nas Terras Indigenas Fort Apache. O rio Salt River
oferece diversão aquática para caiaqueiros e canoeiros ou se balsa em
água branca é mais sua velocidade o turísmo está disponível. O rio
forma o Salt River Canyon, que é um lugar espetácular. Há diversos
pontos de observação ao longo dos 60°N U.S., do que calcula os
visitantes numa rápida olhada deste maravilhoso canyon.
As Ruínas
Kinishba (Kinishba Ruins) estão a poucas milhas sudoeste do rio
Whiteriver. As ruínas são de um grande complexo de apartamentos Indígenas.
Se acredita que o Kinishba ou "A Casa Marrom" (The House
Brown) se desenvolveu ao redor do ano 700 d.C. e a comunidade chegou ao
pico em torno de 1.200 d.C. Hoje, as ruínas são um marco da história
nacional.
O Parque
Histórico Nacional Fort Apache (Fort Apache National Historic Park) é
famoso no mundo. O fort era o quartel general para o Explorador/batedor
Apache (Scout Apache) nos idos anos de 1800. Os batedores eram
encarregados da função de localizar renegados Apaches e Navajos. O
parque também tem a recriação de uma Aldeia Apache (Village Apache).
Há diversos construções extraordinárias no fort. A loja de presente
está alojada na cabana de tora do General Cook. O fort está localizado
apenas 11 km ao sul do rio Whiteriver e é possível vistá-lo
caminhando. Dados históricos pesquisados por Nei
Souza Teixeira, de Macatuba, SP, Brasil
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Para compor essa página foi tomada como
base a revista TEX-004 - Forte Apache, editada em julho
de 1977, 116 páginas, segunda edição, Cr$ 7,00,
publicada pela Editora Vecchi, medindo 13,5cm de largura
por 17,7cm de altura. O roteiro foi de G.L. Bonelli e a
arte de Aurélio Galleppini. Ver também a republicação
dessa mesma história em TXCL-003.
Referência
italiana: TXI-100 -
Supertex
- Forte Apache, fevereiro
1969
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Relação Tex 001 a 100
TEX
WILLER
TEXBR
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