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uBC Fumetti
SBE Editore

Tex Willer, mais de 50 anos de aventuras Livraria Italiana
Editora Mythos
Capa de TXH-038, retocada em tons de azul.

TEX 004
Forte Apache

Verso&Reverso
Resenha elaborada
por
Jean. P. Lopes,
Goiânia, Estado
de Goiás, Brasil.
 



A História
Ambientação
Personagens
Curiosidades
Ficha Técnica

Dúvidas mais freqüentes

Nessa edição:
A primeira aventura em que Tex precisa recorrer ao mesmo tempo a Pat Mac Ryan, Gros-Jean e a Jim Brandom.

Você sabia?
A Terra Indígena Fort Apache (Fort Apache Indian Land) está nas Montanhas Brancas (White Mountains). Elas tem 120 kms de comprimento por 72 kms de largura e incluem partes dos condados Apache, Gila e Navajo. A floresta Nacional do Tonto (Tonto National forest), a Floresta Nacional Sitgreaves (Sitgreaves National Forest) e a Floresta Nacional Apache (Apache National Forest) formam as fronteiras oeste, norte e leste das Terras Indígenas (Indian Lands). As terras vão de uma elevação de 800m no rio River Salt Canyon para 3.300m nas montanhas Mount Baldy. Os Apaches vivem em uma área de aproximadamente 1,5 milhões de acres. Atualmente, as tribos Indio Apache Montanha Branca (White Mountains Apache Indian) tem 11.000 membros. Curiosidade enviada por
Nei Souza Teixeira, Macatuba, SP, Brasil.

Essa edição foi publicada duas vezes no Brasil. A primeira vez TEX-004 em p&b e a segunda vez TXCL-003 colorido.

Depoimento:
Bonelli, ao longo do tempo, conseguiu caracterizar as histórias de Tex e seus pards com vários fatores que se tornaram obrigatórios na saga do Águia da Noite. Na história "Forte Apache", que foi criada na melhor fase Bonelli / Gallep,eles conseguiram introduzir praticamente todas as nuances que fizeram de Tex a melhor revista do gênero em todos os tempos. Para os profundos conhecedores das histórias do ranger, é fácil detectar todos os "clichês", no melhor sentido da palavra, que Bonelli usou e que hoje tenta ao máximo, ser seguida por Nizzi, seu substituto (aliás, o único roteirista de Tex que conseguiu o feito de aproximar seu texto das características desenvolvidas por seu criador, mesmo que seja impossível alguém escrever Tex como Bonelli). Com relação a edição colorida (
TXCL-003), comprovei uma antiga tese minha: Tex tem que ser editado somente em preto e branco, pois as cores tiram a principal característica dos desenhos, principalmente os de Gallep. Basta comparar as duas revistas (a p&b e a colorida) para comprovar esta minha teoria. Como fator negativo, pode-se criticar o tamanho da história, demasiado pequeno para os padrões da revista, mas talvez por ser uma edição comemorativa e também feita originalmente em cores, chega-se a dedução que o tamanho é pequeno pelos motivos citados. Como análise de roteiro e arte, se no futuro alguém me perguntar como eram as histórias do legendário ranger texano, eu lhe indicarei esta história (entre tantas outras) para ler, pois "Forte Apache" é uma das sagas mais características que exemplificam o que G.L. Bonelli e Aurélio Galleppini, os verdadeiros criadores de Tex, quiseram nos passar, e que hoje, infelizmente, fica na saudade.
Jean P. Lopes

Jean P. Lopes mora em Goiânia, GO, Brasil. Esta resenha foi publicada pelo Portal TEXBR em setembro de 2000 (QG-TEXBR).

 

TEX-003 - A Batalha de Silver BellTEX-004 - Forte Apache - 1ª EdiçãoTEX-005 - Fuga Dentro da Noite

Clique sobre a imagem de capa para ampliar!
Clique Aqui para ver imagem de capa da 2ª edição!

Sinopse: Um grupo de apaches espalha o terror e a violência na fronteira dos EUA com o México e Tex Willer é chamado para intervir. Como a missão é perigosa demais, Tex pede a ajuda de seus pards e ainda busca os reforços de Pat Mac Ryan, Gros-Jean e Jim Brandon. Numa aventura espetacular e desesperadora, os sete amigos enfrentam o terrível bando de Matias, fazendo deste episódio mais um dos clássico das histórias de Tex.


Tex é chamado ao Forte Apache onde recebe a missão de desmantelar um grupo de apaches rebeldes que contam com a liderança de Matias, um experiente guerreiro, profundo conhecedor de todo território apache e que anteriormente havia lutado ao lado de Gerônimo, o mais famoso guerreiro apache de todos os tempos. Prevendo um difícil confronto com os índios, Tex pede auxílio aos seus amigos de outras aventuras e convoca o irlandês Pat Mac Ryan, o canadense Gros-Jean e o casaca-vermelho Jim Brandon, para assim junto com Kit Carson, Kit Willer e Jack Tigre formarem um pequeno, mas eficiente grupo que tem como objetivo destruir o bando de Matias.

Tex recebe do comandante do Forte Apache várias informações úteis sobre o bando de apaches e entre elas a confirmação de que Matias tem cúmplices brancos, os quais passam dicas e armas que facilitam as incursões dos apaches contra os colonos e pequenos povoados indefesos. Depois de reunir todo o grupo de companheiros, Tex traça um plano de ação cujo primeiro passo é capturar e interrogar os informantes de Matias.

Através de Kit Carson e Kit Willer, Tex recebe de Cochise (chefe supremo dos Apaches Chiricahuas) várias informações úteis sobre Matias e seu bando. Cochise estava bastante preocupado com as ações de Matias, pois alguns jovens guerreiros de sua tribo, iludidos com as vitórias iniciais do bando de apaches, já manifestavam vontade de se unir aos rebeldes.

Alem dos cúmplices brancos, Matias contava também com a ajuda do mestiço Silver, um batedor do Forte Huachuca, que uma vez infiltrado entre os soldados da cavalaria, passava todas as informações para os rebeldes apaches, que assim sempre escapavam das perseguições do exército americano. E é justamente este traidor que Tex usa como isca para lhe indicar onde é o esconderijo secreto de Matias, situado do México, onde a cavalaria americana, por estar atrelada a regulamentos, não tem acesso.

Depois de muitas idas e vindas e capturados todos os cúmplices de Matias (além de destruir os seus covis), Tex ataca a aldeia apache e arma uma cilada para Matias. Mas daí resulta uma sangrenta batalha às margens do Rio Bravo, onde muitos corpos ficarão estendidos sob o sol e onde o sangue tingirá de vermelho as águas do famoso Rio Grande. E o pior: por mais bravos e corajosos que sejam, Tex e seus seis companheiros não conseguirão livrar-se sozinhos dos sobreviventes do bando... Mas quem poderá ajudá-los?

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Forte Apache; Arredores da cidade de Redington; Trilha entre Sahuarita e Tubac; Aldeia Apache, situada entre platôs que unem as montanhas de Coronado aos contrafortes setentrionais de Serra Madre; Sopé das montanhas de Sonoyta; Forte Huachuca; Cidade de Nogales; Rios Sonora, Yaqui e Bravo.

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Tex Willer, Kit Carson, Kit Willer, Jack Tigre, Pat Mac Ryan - o irlandês, Gros-Jean - o canadense, Jim Brandon - oficial do exército canadense; Matias(+) - o líder dos rebeldes apaches, Yaqui(+) - o curandeiro apache; Silver(+), o mestiço batedor do Forte Huachuca; Bill Dreyer(+) - dono do Bar Ferradura; Culbert; Red Runyon(+); Laval(+); Cochise, chefe supremo dos Apaches Chiricahuas; Comandantes dos Fortes Apache e Huachuca; Capitão Simmons, oficial do Forte Huachuca e Soldados da cavalaria americana.

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TEX-004 - Forte Apache - 2ª EdiçãoEste número de Tex teve repeteco. Ao lado você vê a capa da 2ª Edição, publicada no Brasil pela Editora Vecchi, a mesma editora que publicou a primeira edição. 

Compare esta imagem da 2ª Edição com a capa da 1ª Edição (no alto desta página) e repare nas diferenças, especialmente no tamanho (o formato grande - igual ao italiano - durou apenas de TEX-001 até TEX-037). Clique sobre a imagem ao lado para ampliar a mesma!

A aventura Forte Apache teve o mérito de ser a primeira aventura de Tex editada em cores. Em sua edição original italiana, recebeu o número 100 e teve o lançamento em fevereiro de 1969. Como a data era comemorativa a editora Bonelli lançou a revista em cores, uma antiga solicitação dos fãs e apreciadores da saga de Tex. No Brasil essa história foi lançada primeiramente em TEX-004 pela Editora Vecchi e em preto e branco (veja a capa acima). Somente vários anos depois que os brasileiros puderam ter a revista em cores, a TXCL-003, então republicada pela Editora Globo.

Um outro fator marcante nesta história "Forte Apache" é que, pela primeira vez foram reunido os principais personagens que sempre apareciam em aventuras isoladas: o irlandês Pat Mac Ryan, o canadense Gros-Jean e o casaca-vermelha Jim Brandon. Mesmo faltando Montales e El Morisco, outros famosos companheiros de Tex, a história foi aprovada e caiu no gosto dos fãs de Tex. 

Dados Históricos
O primeiro forte construído na área foi chamado Camp Ord. Mais tarde, o nome foi mudado para Camp Thomas, em homenagem ao general da guerra civíl George W. Thomas. Então, em 1870 o nome foi mudado uma última vez para Fort Apache. Este nome foi escolhido depois de uma visita do chefe Apache, Cochise.

A Terra Indígena foi estabelecida em 1897 e foi marcada depois do fort. Quando os primeiros Apaches Montanha Branca começaram viver alí, eram apenas 2.000. Anterior ao estabelecimento da tribo na Terra Indigena, os Apaches já eram a mais determinada e independente tribo Indigena no Arizona. Os Apaches chamavam-se, "DiNeh" significando "O Povo" ou, "Os Habitantes". 

O fort funcionou até 1924 quando se transformou em uma escola para crianças índias. Durante os anos 1950 os Apaches Montanha Branca (White Mountain Apaches) decidiram tornar-se auto-suficientes e melhorar sua forma de vida. E para isso, a tribo estabeleceu um plano para tornar as Terras Indias a maior area recreacional privada nos Estados Unidos. Isto foi alcançado com a construção de um número de barragens para criar lagos, rodovias de acesso e parques. Durante todo o processo, as tribos não perderam o sentido de manter a beleza natural do ambiente e tratando a terra com respeito.

Hoje, a Terra Indigena Fort Apache (Fort Apache Indian Land) é um lugar destinado á férias e entusiástica recreação. O Whiteriver é o centro das Terras Indígenas e a sede do governo tribal. As terras tem se tornado um excepcional área de recreação. A tribo é orgulhosa de sua Estação de Esquí Nascer-do-Sol (Sunrise Ski Resort) com seus excelentes níveis de várias habilidades de trilhas cobertas por três montanhas. Há seis elevadores de cadeira e diversos postos de guarda pelas proximidades. 

O Lago Hawley é um dos 25 lagos apropriados para pesca. Também há 670 km de riachos que são supridos regularmente. Isto faz deles o paraíso dos pescadores. Com mais de 7000 áreas de camping, os visitantes sempre podem encontrar um lugar para passar a noite.

As águas do rio Salt River se originam onde se juntam o Rio Negro (River Black) e Branco (White) nas Terras Indigenas Fort Apache. O rio Salt River oferece diversão aquática para caiaqueiros e canoeiros ou se balsa em água branca é mais sua velocidade o turísmo está disponível. O rio forma o Salt River Canyon, que é um lugar espetácular. Há diversos pontos de observação ao longo dos 60°N U.S., do que calcula os visitantes numa rápida olhada deste maravilhoso canyon.

As Ruínas Kinishba (Kinishba Ruins) estão a poucas milhas sudoeste do rio Whiteriver. As ruínas são de um grande complexo de apartamentos Indígenas. Se acredita que o Kinishba ou "A Casa Marrom" (The House Brown) se desenvolveu ao redor do ano 700 d.C. e a comunidade chegou ao pico em torno de 1.200 d.C. Hoje, as ruínas são um marco da história nacional. 

O Parque Histórico Nacional Fort Apache (Fort Apache National Historic Park) é famoso no mundo. O fort era o quartel general para o Explorador/batedor Apache (Scout Apache) nos idos anos de 1800. Os batedores eram encarregados da função de localizar renegados Apaches e Navajos. O parque também tem a recriação de uma Aldeia Apache (Village Apache). Há diversos construções extraordinárias no fort. A loja de presente está alojada na cabana de tora do General Cook. O fort está localizado apenas 11 km ao sul do rio Whiteriver e é possível vistá-lo caminhando. Dados históricos pesquisados por Nei Souza Teixeira, de Macatuba, SP, Brasil

Sabe de mais alguma curiosidade desta edição? Envie para a gente e deixe seu nome registrado como colaborador do Portal TEXBR!

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Para compor essa página foi tomada como base a revista TEX-004 - Forte Apache, editada em julho de 1977, 116 páginas, segunda edição, Cr$ 7,00, publicada pela Editora Vecchi, medindo 13,5cm de largura por 17,7cm de altura. O roteiro foi de G.L. Bonelli e a arte de Aurélio Galleppini. Ver também a republicação dessa mesma história em TXCL-003.

Referência italiana: TXI-100 - Supertex - Forte Apache, fevereiro 1969

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Relação Tex 001 a 100
TEX WILLER
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