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uBC Fumetti
SBE Editore

Tex Willer, mais de 50 anos de aventuras Livraria Italiana
Editora Mythos
Capa de TXH-038, retocada em tons de azul.

TEX 408
A Batalha do Little Bighorn


Verso&Reverso:
Resenha escrita por
G.G. Carsan, foto-
grafo que mora em
João Pessoa, PB
 



A História
Ambientação
Personagens
Curiosidades

Ficha Técnica

Dúvidas mais freqüentes

Nessa edição:
Tivemos 110 páginas de pura ação. 110 páginas de batalha. Há muito tempo não se via um episódio tão movimentado. Nizzi inovou colocando muita ação e conseguiu fugir das antigas versões, e não haveria porque copia-las, pois Tex é muito especial para copiar outros personagens; retratando Custer como um homem de muitos defeitos e alguns valores, chegando a ser admirado por Tex em algumas passagens. 

Você sabia?
Quero chamar a atenção para os personagens mais importantes. Todos são personagens reais. Até mesmo o mensageiro, imigrante italiano, que Custer manda para buscar reforços, ou melhor, pedir socorro. Inicialmente, imaginei ser uma homenagem do autor, não obstante a nota na revista. Pesquisando na história real, consta realmente o nome de Giovanni Martini, assim como o do Reynolds, do Reno, do Crook, etc.

Depoimento
Bela capa! Muito condizente com o título. E sem os efeitos de computador que a Mythos tem aplicado ao original. Prefiro assim, pois contrasta menos com o P/B que encontramos no interior da revista. A contracapa também ficou um show, como não se via há tempos. Certamente os fãs bonellianos terão uma tentação maior em conferir as demais revistas. 
Geraldo G. Carsan

Geraldo G. Carsan escreveu esta resenha para o Portal TEXBR. Ele mora em João Pessoa, PB, Brasil. Esta resenha foi publicada pelo Portal TEXBR em junho de 2004 (QG-TEXBR).

 

 

TEX-407 - As Grandes PradariasTEX-408 - A Batalha do Little BighornTEX-409 - A Máscara do Terror

Clique sobre a imagem para ampliar! 

Sinopse:Na conclusão da aventura onde Tex encontra o famoso general Custer, somos levados direto ao “centro da tempestade”, ou seja, ao campo da última batalha do ambicioso militar. A lendária batalha do riacho Little Big Horn é retratada de forma que o leitor vai se sentir como participante do combate. A ferocidade e a astúcia dos sioux e cheyennes, liderados pelos chefes Touro Sentado e Cavalo Louco, se contrapondo ao desespero e à arrogância dos soldados, comandados por Custer, resulta em um massacre que será lembrado para sempre pelo exército americano e que, infelizmente, vai acelerar o fim dos povos vermelhos livres.
Em tempo: para ler a resenha completa desta aventura, História, Ambientação, Personagens e mais curiosidades, acesse TEX-406.


Tex deixa bem claro que é contra a lenda e admiração em torno do General Custer, e seu principal objetivo é evitar um confronto entre soldados e índios, o que levaria a graves conseqüências. De todo modo, primeiro ao descobrir um complô contra Custer e depois ao descobrir algumas nuances de sua personalidade, Tex acaba por tentar mudar o destino. 

Na verdade, como todo o ser humano, o General era produto do seu tempo, do seu comando, de um país em expansão e necessitando de resultados, operando sob pressão econômico-financeira, e cultivando seus sonhos próprios de poder. Por ser uma aventura que mistura realidade x ficção, abre-se um grande leque de possibilidades, mas perderá seu tempo quem fizer comparações, pois Custer foi, é, e será controverso, combatido, aclamado, copiado. 

Como a grande maioria dos militares, e aí vemos o General Crook também derrotado dias antes da grande batalha (e por que ele não ficou famoso? A resposta é: porque não morreu!), Custer subestimava os índios, confiando apenas no seu poder de fogo e no treinamento dos seus soldados. Para eles, os índios eram incapazes de se organizarem, não levavam em conta que conheciam muito bem o seu território, esqueciam que lutavam pelo mais sagrado direito: a liberdade da vida na sua terra. E ainda assim, o bravo General não tinha escrúpulos e atacava a traição, enquanto os supostos inimigos dormiam. Não foi assim no ataque covarde do Rio Washita?

Assim, sempre pela mesma imprudência, em todos os tempos da História da humanidade, tivemos grandes generais e seus exércitos invencíveis sendo derrotados por inimigos supostamente mais fracos. Deu-se com Napoleão e deu-se com Custer.

Nos desenhos, Ticci continuou o show de sempre, nos dando os melhores aspectos da batalha. Confesso que torci por um desenho em página cheia, o que fugiria ao padrão texiano, mas bastaram alguns desenhos em duas tiras, como o da página 23, alto, para o regozijo dos texianos. 

O que não foi nada legal nesta edição foi a participação de Tex. Mesmo sabendo que não poderia mudar os rumos da História, merecia um papel melhor. O autor preferiu prende-lo, feri-lo, coloca-lo contra a criação do mito. Se de um lado Tex precisava estar perto para o seu relato ser fiel, como foi apagar logo na hora do desfecho? E justamente ferido por Lobo-que-Corre, a quem ajudou? Não quero imaginar as razões do Nizzi, mas ficou a desejar. E quando Custer chega no alto da colina cercado por um mar de índios, como Tex pôde pensar que conseguiria salvá-lo, se antes não conseguiu ser ouvido por nenhuma das partes? O heroísmo ali me pareceu fora de propósito. Se tivesse ficado assistindo do alto de uma colina próxima, teria sido mais legal. Ou pelo menos tentar, mas ser barrado. Apagado, jamais!

Uma viva para a capa do mês seguiinte, que nos foi apresentada na última contra-capa. E quando parecia que o Correio do Oeste ficaria mesmo no início da revista, eis que volta para o final da revista. Então o normal é o Correio em qualquer lugar, só espero que não no meio da revista, para não desviar a leitura.

E o frontispício, aquela página que traz os quatro pards no início, sumiu. Em seu lugar, mas depois da história, vem uma matéria do Júlio Schneider, consultor Bonelli-Mythos, mostrando que na Itália, os grandes nomes de vários setores culturais estão sendo homenageados, dando nomes para as ruas, e entre eles os criadores de Tex, Bonelli e Galep.

Para seu controle e planejamento, veja a programação da Mythos Editora para todos os TEX da série Normal a serem publicados em 2003. Ver Programação!

Saiba mais sobre o General Custer:
Dossiê Tex: George Armstrong Custer 

Sobre esta edição, reparem na inequívoca e merecida homenagem feita por G. Ticci a Rino Albertarell, o famoso artista editor da série Personagens do Oeste, editada no Brasil pela saudosa EBAL, uma verdadeira obra de arte, inclusive pelo acurada pesquisa histórica. Vejam no final de TEX-408 o quadro em que Tex e Kit contemplam Custer morto, é uma reprodução exata da imagem concebida por Albertarelli na mencionada série. Curiosidade enviada por André Guilherme Portocarrero, Cuiabá, MT, Brasil

Leia as cartas e anúncios de classificados que foram publicados no Correio do Oeste desta edição de Tex Willer. Correio TEX-408.

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TEX-408 - A Batalha do Little Bighorn, editada em outubro de 2003, 116 páginas, R$ 3,90, publicada pela Mythos Editora, medindo 13,5cm de largura por 17,7cm de altura. Roteiro de Claudio Nizzi e desenhos de Giovanni Ticci. Capa de Claudio Villa. Editor: Dorival V.Lopes; tradução: Paulo Guanaes; letras: Marcos Maldonado

Referência italiana: Tex 492 - Little Bighorn (out/2001)

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Relação de 401 a 500
TEX WILLER
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