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As
Primeiras Alegres Desventuras de Chico!
Chico
(seu nome completo , que denota a origem mexicana, é Felipe Cayetano
Lopez Martinez y Gonzales) é o melhor amigo e o principal companheiro de
aventura de Zagor, um dos mais populares personagens dos quadrinhos
italianos, ininterruptamente presente nas bancas há já 41 anos (foi
criado, de fato, em 1961) e superado, em longevidade, somente pelo
"colega de escuderia" Tex Willer (criado em 1948). Zagor e Chico
foram criados pelo roteirista Guido Nolitta (nome artístico de Sergio
Bonelli, o qual é também o editor de Zagor e Tex) e pelo desenhista
Gallieno Ferri. Divertido, gordo, atrapalhado por natureza, Chico parece,
à primeira vista, um assistente improvável para um herói de ação como
o Espírito com a Machadinha (assim é chamado Zagor pelos índios das
grandes florestas do Nordeste americano, onde são ambientadas suas
histórias, nas primeiras décadas do século XIX). Mas, embora seja tudo
menos corajoso, o barrigudo mexicano segue o amigo a qualquer lugar e se,
algumas vezes, sua intervenção consegue tirá-lo dos problemas,
rapidamente, com suas desatenções, termina por colocá-lo em mais
apuros. Chico, contudo, não é a clássica "escada" cômica que
tinham por tradição os heróis dos quadrinhos dos anos cinqüenta e
sessenta. É alguma coisa a mais: um autêntico co-protagonista. A saga do
Espírito com a Machadinha começa, realmente, com o encontro entre ele e
Zagor, e toda uma série de revistas especiais dedicadas apenas a ele
narra as suas divertidas desventuras vividas antes daquele fatídico dia.
Descendente de um dos primeiros conquistadores, Chico, um pouco como o
Pato Donald da Disney, é covarde e cascateiro, brigão e vingativo,
preguiçoso e guloso. E, como ele, é simpaticíssimo, capaz de superar
provas terríveis e absolutamente genial quando se trata de inventar
expedientes. Depois de "A História de Chico", a mostra, aos
cuidados de Moreno Burattini e Graziano Frediani, ocorrida no âmbito da
edição 2002 de Cartoomics, para homenagear afetuosamente a carreira de
um dos personagens mais divertidos dos quadrinhos italianos, as Edições
If publicaram no segundo número da coleção Comics & Cartoons, sob o
título "Caramba, que azar", os primeiros dois gibis especiais
de Chico, realizados por Nolitta e Ferri, respectivamente em 1979 e 1980,
nos quais o nosso mexicano é o protagonista absoluto! (texto traduzido
por José Ricardo do Socorro Lima - RJ)
LE
PRIME ALLEGRE SVENTURE DI CICO!
Cico (il suo
nome completo, che ne denota l'origine messicana, è Felipe Cayetano Lopez
Martinez y Gonzales) è il migliore amico e il principale compagno d'avventura
di Zagor, uno dei più popolari personaggi del fumetto italiano,
ininterrottamente presente in edicola da ben 41 anni (è stato creato,
infatti, nel 1961) e battuto, in longevità, soltanto dal "collega di
scuderia" Tex Willer (datato 1948). Zagor e Cico sono stati entrambi
creati dallo sceneggiatore Guido Nolitta (nome d'arte di quel Sergio
Bonelli che di Zagor e di Tex è anche l'editore) e dal disegnatore
Gallieno Ferri. Buffo, grassottello, pasticcione nato, Cico sembra, a
prima vista, un assistente improbabile per un eroe d'azione come lo
Spirito con la Scure (così viene chiamato Zagor dagli indiani delle
grandi foreste del Nord Est americano, dove, nei primi decenni dell'Ottocento,
sono ambientate le sue storie). Ma, nonostante sia tutt'altro che
coraggioso, il panciuto messicano segue l'amico dovunque e se, qualche
volta, il suo intervento riesce a toglierlo dai guai, più spesso, con la
sua sbadataggine, finisce per cacciarcelo. Cico, però, non è la classica
"spalla" comica che avevano per tradizione gli eroi a fumetti
degli Anni Cinquanta e Sessanta. E' qualcosa di più: un autentico
comprimario. La saga dello Spirito con la Scure comincia, infatti, con l'incontro
fra lui e Zagor, e tutta una serie di albi speciali dedicati soltanto a
lui narra le sue divertenti disavventure vissute prima di quel fatidico
giorno. Discendente di uno dei primi conquistador, Cico, un po' come il
Paperino disneyano, è pusillanime e sbruffone, rissoso e vendicativo,
pigro e ingordo, goffo e sfortunato. E come lui è simpaticissimo, capace
di superare prove terribili e assolutamente geniale nell'inventare
espedienti. Dopo "Cico Story", la mostra, curata da Moreno
Burattini e Graziano Frediani, allestita nell'ambito dell'edizione 2002 di
Cartoomics, a tributare un affettuoso omaggio all'ultraquarantennale
carriera di uno dei personaggi più divertenti del fumetto italiano, le
Edizioni If hanno ora raccolto nel secondo numero della collana Comics
& Cartoons, sotto il titolo "Caramba che sfortuna", i primi
due, ormai introvabili, albi speciali di Cico - realizzati da Nolitta e
Ferri rispettivamente nel 1979 e nel 1980 - che vedono il nostro messicano
protagonista assoluto!

Este volume republicou as duas
primeiras histórias de Chico:

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base
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revista fora-de-série Cico 001 - Caramba che Sfortuna,
editada
em maio de
2002, 260 páginas, 4,20 euros,
publicada
pela Edizione IF,
medindo 16 cm
de
largura
por 21 cm
de
altura. Argumento e roteiro
de Guido Nolitta,
desenhos e capa
de
Gallieno
Ferri. Diretor: Gianni Bono, Editor: Cristiano Zacchino, Diretor
de arte: Dario Pagliuca, Redação: Sostene Granata, Projeto
Gráfico: Raimondo Monti. Texto traduzido
por
José
Ricardo
do
Socorro Lima.
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